O ano começou com um dos meus piores pesadelos acontecendo. Ok, talvez seja exagero me referir a isso como "piores pesadelos", mas posso dizer que era uma das coisas mais temidas de acontecer. Aquele tipo de coisa que só de ouvir a hipótese você já passa mal. Minha sogra está se mudando pra cá. Vai morar na rua de trás. Meu deus. Que pesadelo. Que tristeza. Que medo. Tenho medo de que as coisas desandem. Que ela encha o saco. Que meu marido mude. Enfim. Tantos medos. E nada poderia ser mais irônico do que isso estar acontecendo no primeiro.dia.do.ano. Quantas pessoas se mudam no primeiro dia do ano, meu deus?! Sério, fala aí. Quantas? Então ela já começou destruindo a comemoração de ano novo da família. Iríamos fazer um churrasco HOJE, mas meu marido mobilizou TODO MUNDO (os homens) pra ajudar na mudança, então fuén, fuén, fuén. Planos frustrados. Olha como ela já começou bem! Mas eu ia dizer que eu entrei em 2015 destinada a ser uma pessoa melhor, destinada a ser mais compreensiva, menos egoísta, ter mais compaixão e me colocar mais no lugar das pessoas. Eu decidi fazer de 2015 um ano lindo. Eu espero conseguir. Então eu decidi (enquanto eu escrevia o post, eles chegaram aqui, o caminhão da mudança furou o pneu, etc. Eu consegui me manter amável e prestativa. To dizendo que esse ano eu serei uma pessoa melhor?!) que vou me esforçar para termos uma boa convivência. Vou me esforçar pra parar de implicância com a velha. Enfim. Eu vou tentar. Não disse que vou conseguir, mas vou tentar.
De qualquer maneira, acho que 2015 já começou me dando uns exercícios sobre amor.
E que, afinal, o amor transborde.
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